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Doenças da Tireóide

Publicado sábado, 26 de março de 2016

tireoide

A Tireóide é um órgão (glândula) situado na parte anterior do pescoço, cujo formato lembra o de uma borboleta e que produz os hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tetraiodotironina), reguladas pelo hormônio TSH, produzido pela glândula hipófise.

Tais hormônios regulam os processos metabólicos de nosso organismo como multiplicação celular, geração de calor interno e controle do gasto energético (termogênese), frequência cardíaca, transmissão de impulsos nervosos, etc. Resumindo, é como se a tireóide fosse a “pilha” de nosso corpo. Dividimos resumidamente as doenças tireoidianas em:


HIPOTIREOIDISMO
: É a deficiência de hormônios tireoidianos, provocada principalmente por anticorpos anormais que confundem a tireóide com um corpo estranho e passam a atacá-la (doença autoimune conhecida por Tireoidite de Hashimoto), entre outras causas (medicamentosas, cirúrgicas, etc).

Seus sinais/sintomas principais são: sonolência, fadiga, sensação de frio, obstipação intestinal, queda excessiva de cabelo, ganho de peso (de poucos quilos!), irregularidades menstruais, inchaço ao redor dos olhos e nas pernas, entre outros.


HIPERTIREOIDISMO:
É quando há produção exagerada de hormônios tireoidianos pela glândula ou por um ou mais nódulos. Aumentos dos níveis de hormônios também podem ocorrer transitoriamente após liberação aguda dos estoques de hormônios da tireóide após ela sofrer algum tipo de agressão.

Alguns sinais/sintomas são: taquicardia, tremores, insônia, irritabilidade, agitação, calor excessivo, perda de massa muscular, olhos “saltados”, osteoporose, diarreia, etc.

 


BÓCIO E NÓDULOS DE TIREÓIDE
A tireóide pode apresentar nódulos ou estar difusamente aumentada, chamada de bócio. O bócio (que pode ou não vir acompanhado por nódulos) pode provocar desde queixas estéticas pelo aumento do volume do pescoço, até sintomas mais graves nos grandes bócios como dificuldade para engolir e falta de ar.

Quanto aos nódulos tireoidianos, a grande maioria é benigna e requer apenas acompanhamento com ultrassonografia. A depender do aspecto destes nódulos, complementa-se a investigação com Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), que é um procedimento minimamente invasivo que consiste na coleta de células deste nódulo através de uma seringa conectada a uma agulha fina.


CÂNCER DE TIREÓIDE:
A minoria destas punções, entretanto, terá como diagnósticoum nódulo maligno. Neste caso, o tratamento é feito através da retirada cirúrgica total da tireóide, podendo ou não ser complementada com iodo radioativo e pelo esvaziamento cervical (retirada) de linfonodos (gânglios) suspeitos.

O prognóstico dos cânceres de tireóide na grande maioria dos casos costuma ser muito bom e aqui também vale a mesma regra para tantos outros tipos de cânceres, a precocidade no tratamento é a chave para uma maior chance de sucesso terapêutico.

 

 

 

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