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Ginecomastia

Publicado sábado, 26 de março de 2016

ginecomastia

É o desenvolvimento excessivo da glândula mamária no sexo masculino, chamada também de andromastia. Pode ser uni ou bilateral. Ocorre por um desequilíbrio hormonal entre os níveis de estrógenos (hormônios femininos) e andrógenos (hormônios masculinos), onde há um aumento relativo dos primeiros sobre estes últimos.

Na maior parte dos casos a ginecomastia é chamada de fisiológica, ou seja, não está relacionada a qualquer doença e pode ser dividida em:

Neonatal: Surge nos primeiros meses de vida pela passagem de hormônios femininos maternos via placenta para o feto. Além do desenvolvimento mamário, pode haver saída de uma secreção chamada popularmente de “leite de bruxa” que desaparece espontaneamente.

Puberal: Forma mais comum observada nos consultórios. Ocorre no início da puberdade, pois em alguns meninos há um aumento mais precoce dos hormônios femininos em relação aos masculinos. Costuma regredir espontaneamente em média de 1 a 2 anos após o surgimento, mas pode em alguns casos persistir e não regredir.

Senil: Ocorre pelo declínio nos níveis dos hormônios masculinos pelo envelhecimento e tem caráter persistente.
Outras formas de ginecomastia são:

Medicamentosa: Surge por um desbalanço hormonal induzido por determinados fármacos como alguns antidepressivos, antipsicóticos, anticonvulsivantes, hormônios (incluindo esteroides anabolizantes), antibióticos, medicamentos para o coração, etc.

Patológica: Indicativa de uma doença associada que levou ao seu aparecimento, tais como: hipogonadismo (disfunção testicular congênita ou adquirida), tumores de glândulas adrenais, tumores testiculares, cirrose hepáica, hipertireoidismo, insuficiência renal, obesidade, entre outros.

Idiopática: Quando se excluem as causas acima citadas, temos um quadro de ginecomastia sem causa definida. Não representa riscos à saúde.

O diagnóstico é clínico, principalmente na forma puberal, a mais comum. Em casos onde pode haver relação com alguma doença, deve-se solicitar investigação laboratorial de hormônios, função renal, do fígado, etc, além de exames de imagem como mamografia e ultrassom das mamas quando há suspeita de aumento mamário em decorrência de um tumor.

O tratamento da ginecomastia puberal e idiopática inicialmente é apenas observar o paciente, já que a maioria regride espontaneamente. Nos casos em que o aumento é muito significativo e que possa gerar constrangimento e prejuízos psicossociais ao paciente, pode-se utilizar medicações específicas para tal. Nos casos em que não houve regressão após dois anos do diagnóstico, as chances de diminuição espontânea ou com medicamentos são menores e a cirurgia plástica mamária pode ser necessária.

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